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Insubmissa

Maíra Baldaia /

Insubmissa

Era uma vez eu ia com você só pra não sentir que estava só
Eu não sabia quem eu ia ser se eu desfizesse esse nó
Minha oração pra ser um par e me tornar criança
Criando esperança de um futuro diferente do que eu via
E se repetia a cada geração
De mulheres negras, solidão
Mas nao, solidão não
Mas não
Era uma vez eu ia bem sozinha e caminhar comigo era bom
Não tinha mais conto de fadas e seu branco padrão
Revi a historia e libertei os cabelos de minha criança
Eu me peguei no colo e me acalentei
Sou a voz, insubmissa voz
Insubmissa negra voz
É que o sistema quebra quando a gente se ama
Opção, opção da nao repetição

Mulher é lua
Sabe quando estamos à beira-mar
E vê-se a lua cheia refletida na imensidão das águas
Então, isso é mulher
Esse acontecimento
Não se engane, mulher é loucura
Mesmo quando reprimida, há uma profusão de sedes na mulher
Mulher é onda, mulher é vento, mulher é raiz, mulher é mistério, mulher é tempestade
Quando te bate na cara, cura e machuca em um reflexo só
liquefaz
Mulher é lua, lua que sangra transmutações
Lua animalesca, lua cíclica
Mulher é dor, mulher atordoa a dor
Mulher é calma, mulher é agua, borbulha, mergulha
Sabe quando lavamos a alma na queda brava da água doce da cachoeira
Então, isso é mulher, mulher é louca
Eu mulher, eu sou

Sou a voz
Insubmissa voz, insubmissa negra voz
Sou a voz, insubmissa voz
Insubmissa negra voz



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